Este é o blog do Centro de Ensino Fundamental 24, trazendo informações relevantes sobre as atividades do CEF24, Secretária de Educação do Distrito Federal e assuntos ligados a educação. Sejam todos Bem-vindos!.
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O Museu Virtual de Ciência e Tecnologia da UnB

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Um passeio pelo Sistema Solar

O Museu Virtual de Ciência e Tecnologia da UnB está com uma nova exposição no endereço www.museuvirtual.unb.br. Intitulada Astronomia: Uma Viagem Inesquecível, a mostra leva os visitantes a um passeio pelo Sistema Solar. No site também estão disponíveis informações sobre grandes nomes da Astronomia, jogos e links. A exposição faz parte das comemorações dos 400 anos da Astronomia, que serão celebrados em 2009. O projeto foi desenvolvido com recursos do CNPq e teve o apoio da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação.

sábado, 13 de dezembro de 2008

Calendário Escolar de 2009

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Já está disponível o Calendário Escolar para a Rede Pública de Ensino do Distrito Federal para o Ano Letivo de 2009.

Clique aqui!

sábado, 22 de novembro de 2008

Os Agentes da Paz no jornal O Estado de São Paulo

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Saiu no Jornal O Estado de S. Paulo no DOMINGO, 16 DE NOVEMBRO DE 2008, matéria sobre as ações tomadas pelo CEF24, bem como a importância dos Agentes da Paz. A reportagem é de João Domingos em Brasíl

No DF, atividades
reduzem violência
e vandalismo

Para mudar rotina, diretora trouxe pais para dentro de escola

João Domingos
BRASÍLIA
DOMINGO, 16 DE NOVEMBRO DE 2008 CIDADES/METRÓPOLE C5

foto de ED FERREIRA/AE

Há um ano, o Centro de Ensino Fundamental 24, na periferia da cidade-satélite de Ceilândia, no Distrito Federal, foi alvo de vandalismo por parte de alunos. O quebra-quebra promovido por cinco adolescentes foi registrado em vídeo, a Polícia Civil abriu inquérito e os alunos foram transferidos.Um dos envolvidos morreu em 2008, após forte dor de cabeça. Comenta-se que apanhou numa briga e hematomas no cérebro provocaram a morte. Antes, duas garotas brigaram. Uma bateu a cabeça da outra no chão até provocar sangramento.
Inaugurado em 1998 no Setor P de Ceilândia,a mais populosa(cerca de 400 mil habitantes) e das mais pobres do Distrito Federal, a violência sempre acompanhou o CEF 24. Mas desde o início das aulas deste ano a situação mudou. A escola saiu das ocorrências policiais. As cem páginas de anotações de irregularidades preenchidas num semestre caíram para dez. A situação mudou tanto que no próximo dia 20 a diretora da escola, Sirlei de Lourdes Moreira, psicopedagoga de 38 anos que assumiu a função no início deste ano, falará ao Ministério Público sobre as suas medidas saneadoras.

Ela não fez mágica. Apenas procurou adaptar a escola a uma comunidade carente, em que os pais saem para trabalhar de madrugada e deixam os filhos sozinhos. "Muitos chegam aqui sem nenhuma noção de moral, de religião e mesmo de respeito familiar", diz ela. "A escola é uma extensão das casas. O melhor a fazer era trazer os pais para dentro dela." Assim, adotou-se o projeto Escola Aberta:nos fins de semana, qualquer pessoa da comunidade pode usar a escola para o lazer ou para cursos de caratê, judô, pintura,reciclagem de papel, atividades artísticas, construção de imãs de geladeira, futebol música,informática,dança e grafite. Os vizinhos adoraram. Tanto é que o muro da escola, que não ficava de pé, nunca mais foi derrubado por vândalos.


"As pessoas o derrubavam para entrar no terreno e fazer desmanche de carros ou usar drogas. Isso acabou", diz Sirlei.

Também acabou a pichação. Uma no atrás, as paredes da escola eram pichadas do teto ao chão, tanto do lado de dentro quanto do lado de fora. Hoje, não há sinal de pichação. A escola tem muitos alunos grafiteiros e eles cobriram as paredes externas com sua arte.Um deles é Bruno Alexandre,de12anos.Filho de motorista de ônibus e de manicure, diz que adora a escola.

Tanto que se inscreveu num programa inventado por Sirlei, chamado Agente da Paz. Já são 50 os alunos que aderiram ao grupo, que tem por missão promover a paz. "Estamos planejando atuar na creche", relatam Ana Carolina,de12anos,e Anne Nathane, de 13. "Porque as porradas começam quando as crianças são pequenininhas. Queremos que elas aprendam a não agir assim", dizem. A CEF 24 tem 1.870 alunos. Muitos, da zona rural, caminham até dois quilômetros para chegar à estrada onde um ônibus os pega. Desde o Escola Aberta, fazem questão de ir até lá também nos fins de semana.











segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Regimento Escolar das Instituições de Ensino da Rede Pública do DF

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Acesse o Regimento Escolar das Instituições de Ensino da Rede Pública do DF

domingo, 2 de novembro de 2008

GDF e Caixa assinam convênio que garante casa própria a 55 mil famílias

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Publicação: 24/10/2008 08:32 Atualização: 24/10/2008 08:31

Servidores públicos do GDF receberão ajuda para se livrar do aluguel e comprar a casa própria. Os funcionários poderão comprar imóveis financiados pela Caixa Econômica Federal sem dar entrada. As facilidades valem para todos os servidores, da ativa e aposentados, independentemente do salário. O único requisito é ser concursado. O convênio entre GDF e Caixa será assinado na próxima sexta-feira, dia 31, em solenidade com a presença do governador José Roberto Arruda e da presidente da Caixa, Maria Fernanda Ramos Coelho. A medida vai beneficiar pelo menos 55 mil famílias.


A Caixa vai financiar 100% dos imóveis e cobrar juros abaixo dos praticados pelo mercado. O valor exato da taxa ainda não está definido, mas a idéia é que elas sejam 1% mais baratas. O débito poderá ser quitado em até 20 anos e as prestações serão descontadas diretamente na folha de pagamento. “Nosso objetivo é oferecer uma oportunidade de moradia para todos os servidores públicos com 100% do valor financiado dentro do poder aquisitivo de cada um”, afirmou o governador Arruda. O programa beneficiará funcionários das administrações direta e indireta do GDF e inclui a Câmara Legislativa, o Tribunal de Contas e a Procuradoria do DF.


Não existem limites para a quantidade de participantes ou do valor a ser financiado. A proposta é que o servidor escolha o imóvel de sua preferência em qualquer cidade do DF. Ele poderá entrar no programa desde que tenha renda familiar compatível com a moradia escolhida. Ou seja, o valor da prestação não pode ultrapassar 30% do rendimento da família. Lotes, casas e apartamentos podem ser comprados com ajuda da Caixa até por quem já é dono de outro imóvel no DF, segundo o presidente da Codhab, Edo Freitas.


Existem 110 mil servidores ligados aos diferentes órgãos do GDF. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) estima que a metade deles não tem casa própria. Só entre os professores, a demanda por moradia é de 8.604, o que representa quase 30% da categoria na ativa, segundo o Sindicato dos Professores (Sinpro). É o caso da professora Meliane Cunha, 30. Há 11 anos, ela dá aula em escolas públicas do DF. Recebe R$ 2,1 mil líquidos por uma jornada de 40 horas semanais. Mas gasta um terço da renda dela com aluguel.


Meliane mora em uma quitinete na Asa Norte com a filha de 9 anos. Está de mudança para a Asa Sul, mas o novo apartamento ainda não é próprio. “O proprietário me pediu a quitinete, que ficou com a ex-mulher dele durante o divórcio”, contou. A professora vai pagar R$ 800 para viver em um espaço de 25 metros quadrados, mas diz que se submete ao preço alto para morar perto do trabalho. “Com o meu contracheque de professora, não consigo encontrar um financiamento. O mercado imobiliário em Brasília é muito cruel. A quitinete onde eu moro vale R$ 120 mil reais”, disse.


Zero de entrada


De acordo com o diretor-técnico da Codhab, Otto Ribas, é prática do mercado cobrar, pelo menos, 80% do valor do imóvel como entrada, que deve ser paga, no máximo, três meses depois da assinatura do contrato. “Na compra de uma casa de R$ 200 mil, por exemplo, a pessoa tem que pagar R$ 40 mil praticamente à vista. Mas ninguém tem uma poupança”, explicou. “Quem participar do programa, dará zero de entrada e vai parar de pagar aluguel para pagar prestações da casa própria”, acrescentou Freitas.


Quando o convênio for assinado, os interessados em participar do programa deverão procurar a Codhab. Será necessário fazer um cadastro na companhia, que vai assegurar que a pessoa é servidora concursada. Depois disso, o órgão vai encaminhar o processo para a Caixa. Antes de o financiamento ser aprovado, o candidato passará por uma entrevista, onde será traçado um perfil econômico dele para verificar suas condições de comprar um imóvel.


A Caixa Econômica informou, por meio da assessoria de imprensa, que o convênio não está totalmente formatado e que, por isso, não anunciaria nada por enquanto. Para Ribas, a Caixa não corre riscos de ter que arcar com prejuízos porque atenderá exclusivamente servidores públicos. “As prestações serão descontadas diretamente da folha de pagamento. O governo também dará chancela sobre a negociação. Assim garante-se que não haverá inadimplência. Por isso os juros serão baixos”, detalhou.


Servidores com rendimento familiar mensal de até 12 salários mínimos (R$ 4.980) terão ajuda ainda maior do governo para conquistar uma moradia própria. Dentro do projeto habitacional do GDF, há o Pró-Servidor, destinado apenas aos funcionários públicos. De acordo com o programa, o GDF vai distribuir lotes e subsidiar a aquisição de casas em apartamentos em cidades como Gama, Ceilândia, Samambaia e Sobradinho (veja arte).


Uma nova cidade será erguida apenas para servidores, perto de São Sebastião. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) pretende lançar até o fim do ano o edital de licitação para a construção dos primeiros imóveis das 8 mil unidades do Setor Mangueiral. As casas e apartamentos serão construídas por empresas particulares e vendidas aos funcionários. O governo, porém, vai subsidiar em até 80% a compra dos imóveis.


Márcio Paiva, 48 anos, sonha em conseguir uma casa no Setor Mangueiral. Ele é servidor do GDF há 25 anos e ganha R$ 2,6 mil por mês, com os quais sustenta a família, composta pela esposa e três filhos. Márcio nunca conseguiu comprar uma casa própria, pois teme os juros altos de um financiamento.


Aperto


“Imóveis no DF são muito caros. A gente vai procurar financiamento e a prestação nunca fica abaixo de R$ 1 mil. Não posso comprometer quase a metade do meu salário”, disse. Márcio mora de aluguel em Sobradinho e paga R$ 400 em uma casa de dois quartos.


A política habitacional do governo também prevê a distribuição de pelo menos 1 mil lotes em becos de Taguatinga, Gama e Ceilândia para militares e professores. Os primeiros, 556 becos no Gama, foram entregues para policiais militares e bombeiros no último dia 12. “Temos um conjunto de ações para atender a todas as categorias de servidores”, afirmou Otto Ribas, diretor-técnico da Codhab.


sábado, 1 de novembro de 2008

Agentes da Paz CEF-24

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O projeto Agentes da Paz foi lançado no dia 20 de setembro de 2008, para formalizar as ações do Centro de Ensino Fundamental 24 de Ceilândia.

Tem como objetivo promover a reflexão sobre a Cultura da Paz na escola, tendo como agentes os próprios alunos e alunas.

Esse grupo de alunas e alunos reúne-se todos os sábados ás 10h30, dentro das dependências do CEF-24, para deliberar as ações a serem realizadas durante a semana na escola.

Conheça as atividades que os Agentes da Paz já participaram:



  • Lançamento do Projeto Paz nas Escolas na Administração Regional de Ceilândia;
  • Visita a creche comunitária
  • Feira Cultural do CEF -24
  • Professor Nota 10
  • Terapia do Abraço

Conheça os agentes:

  1. Anne Nathane;
  2. Ana Carolina;
  3. Bruno Alexandre;
  4. Marcos Soares;
  5. Pedro Henrique;
  6. Ericles Endrew;
  7. Jéssica da Silva;
  8. Wellitany Tavares;
  9. Débora Cristina e
  10. Stefany Nunes.

domingo, 26 de outubro de 2008

Word ECO2008 - O meio Ambiente POR INTEIRO na Capital do Brasil

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Word ECO2008
Word Environment and Climate Outlook
http://www.eco2008.com.br/index.html

Com o tema "A Paz atrvés da Sustentabilidade", a Conferência Word Environment and Climate Outlook (ECO2008) foi criada para trazer o debate, entre profissionais, líderes das áreas social e ambiental e as principais autoridades políticas brasileiras e mundiais, temas de relevância relacionados ao Meio Ambiente e à Cultura da Paz para este novo século.

A ECO2008 nasceu também do intuito de posicionar o Brasil como centro das grandes discursões mundiais no que se refere à promoção da Paz, à preservação do Meio Ambiente e ao Desenvolvimento Sustentável do planeta.

Sob a coordenação geral do Instituito Brasileiro de Engenharia (IBE), em parceria com o Governo do Distrito Federal, com o Apoio Oficial do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), a ECO2008 será realizada em Brasília/DF, de 29 a 31 de outubro, no Museu Nacional do Conjunto Cultural da República


29/10

manhã tema: A Paz através da Sustentabilidade
tarde tema: Mudanças Climáticas e Energias














30/10
manhã tema: Políticas Públicas e Cidades
tarde tema: Educação Ambiental e Mídia Sustentável









31/10
manhã tema: Amazônia

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Computador Portátil para Professores

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Computador Portátil para Professores



Objetivo

O Projeto governamental Computador Portátil para Professores visa incluir digitalmente os professores das escolas públicas e privadas de ensino continuado (básico, profissional e superior) por meio da oferta de solução de informática constituída de computador portátil, programas (softwares) neles instalados e suporte e assistência técnica necessários ao seu funcionamento, com preços e condições diferenciadas das ofertadas pelo mercado. Saiba mais acessando o site institucional do Projeto.

Abrangência

O atendimento estará disponível nos municípios onde há agências dos Correios que operam com o Banco Postal ou agências dos bancos participantes do projeto, com entrega em todo o território nacional.

Implantação do Projeto

A implementação do Projeto Computador Portátil para Professores será feita em duas fases, com a primeira abrangendo todas as capitais de Estados do país e a segunda abrangendo os demais municípios. Para começar, o Projeto será implementado, em um período de testes, em 64 municípios. A seleção foi feita tendo em vista os municípios com maior Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) - sendo um por Estado - e os municípios que mais se destacaram na pesquisa sobre Redes de Aprendizagem, realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Ministério da Educação.

Marcas e Modelos

Os modelos ainda não estão disponíveis para consulta. Somente estarão disponíveis quando o fabricante da solução de informática fizer o credenciamento no Ministério da Ciência e Tecnologia (conforme a Portaria 527, de 19/08/2008, que estabelece as definições, especificações e características técnicas mínimas de soluções de informática para fins de inclusão no Projeto Computador Portátil para Professores) e, posteriormente, firmar o contrato comercial com a ECT. Assim que os fabricantes informarem os modelos para a venda, a página dos Correios será atualizada com todos os detalhes dos computadores portáteis: modelos, preços e especificações.
Especificações Técnicas
Vejam nesse link, um dos anexos consolidados, conforme dispõe o art. 5º da Portaria MCT nº 624, de 04.10.2005, republicada em 22.06.2007. O ANEXO I À PORTARIA MCT N o 624 , DE 4 DE OUTUBRO DE 2005. Que trata sobre CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MÍNIMAS DOS EQUIPAMENTOS para:
  • COMPUTADOR DE MESA (“DESKTOP”) e;
  • COMPUTADOR PORTÁTIL (“NOTEBOOK”)

Preço

O preço máximo à vista é de R$ 1.000,00 (um mil reais), por unidade, já incluso o seguro e o frete.

Quantidade por professor

A aquisição da solução de informática ficará limitada a uma unidade por professor, independentemente do local de solicitação do pedido.

Locais para aquisição

A aquisição somente poderá ocorrer de forma presencial nas Agências dos Correios que operem com o Banco Postal ou nas agências dos Bancos participantes.

Como adquirir

O professor deverá estar atento às seguintes recomendações:
1 – Na opção “NOSSO PRODUTO” o professor deve escolher o fabricante e a configuração do computador portátil que desejar;
2 – Anotar o código do modelo;
3 – Ter em mão a documentação necessária para solicitação;
4 – Escolher e se dirigir à instituição que deseja efetuar o pedido (Correios ou Agência Bancária).

Documentos Necessários:

Pagamento à vista - original e cópia do Documento de Identidade, CPF, comprovante de rendimento (contracheque) e Declaração da Instituição;
Empréstimo - original e cópia do Documento de Identidade, CPF, comprovante de rendimento (contracheque), comprovante de residência e Declaração da Instituição;
Consignação - original e cópia do Documento de Identidade, CPF, comprovante de rendimento (contracheque) e Declaração da Instituição;
Para todas as modalidades de pagamento o professor deve apresentar a Declaração da Instituição de ensino à qual o professor estiver vinculado, conforme a portaria Nº. 996/2008 do MEC – Ministério da Educação e Cultura.

Formas de Pagamento

1) À vista: Forma de pagamento disponível somente nas agências da ECT;
2) Financiamento: Será ofertado nas agências da ECT que operam com o Banco Postal ou nas agências dos bancos participantes por meio das seguintes modalidades:
a) Empréstimo - modalidade que depende somente da análise de crédito realizada pelo banco credor escolhido pelo professor;
b) Consignação - modalidade que depende de análise de crédito bancária, convênio do banco credor com a instituição de ensino (escola) e margem consignável fornecida pela escola. Possibilita o desconto das parcelas no contracheque do correntista (professor).
Caso o professor opte pelo financiamento, as formas de financiamento ofertadas (empréstimo pessoal ou crédito consignado), os prazos, as taxas de juros e os critérios de análise do financiamento dependerão do banco escolhido.

Impeditivos para a Solicitação

1 – Documentação incompleta;
2 – Financiamento recusado pelo banco;
3 - Existência de outro pedido de solução de informática pelo mesmo professor.

Perguntas Freqüentes:

Consulte o FAQ onde constam perguntas e respostas que irão auxilar na aquisição do seu Computador Portátil.

Dúvidas

Qualquer dúvida ou informação adicional sobre o Projeto Computador Portátil para Professores envie e-mail para comp.paraprofessores@mec.gov.br

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Confeccione seu Blog Professor!

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Caríssimos professores,

O sitio http://edublog.aprendendoemrede.info/ é um espaço dedicado a atualizar os profissionais em educação ao uso da Informática, em suas aulas. A princípio, tem o curso On-Line de confecção de Blog, é necessário se cadastrar para participar.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Cyberbullying: fenómeno sem rosto

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*Sara R. Oliveira 2008-02-12





A tecnologia começa a ser usada para ameaçar, humilhar ou intimidar. Os técnicos defendem acções de sensibilização para esta nova realidade, que ainda é pouco abordada dentro de casa e da escola. O termo é recente e ainda não entrou definitivamente no vocabulário português. Bullying como actos premeditados e repetidos de violência física ou psicológica, praticados para intimidar ou agredir alguém, começa lentamente a entrar nos ouvidos da opinião pública. Cyberbullying permanece na penumbra, num território que só é desvendado quando se pesquisa sobre a matéria ou quando essa prática bate à porta. No cyberbullying recorre-se à tecnologia para ameaçar, humilhar ou intimidar alguém através da multiplicidade de ferramentas da nova era digital. Redes sociais da Internet, sites de partilha de fotos, imagens de telemóvel, gravações MP3, têm servido para desvirtuar a realidade pondo em causa a intimidade e a reputação. Em Portugal, também há jovens que são vítimas de cyberbullying. Vivem aterrorizados que os colegas da escola descubram as mentiras fabricadas, têm medo de contar o que estão a viver. E, na maioria dos casos, o agressor esconde-se sob a capa do anonimato.


Os casos são reais e foram relatadas por quem recebeu os pedidos de ajuda ou recolhidos na comunicação social. Uma jovem de 16 anos com largas centenas de contactos no Hi5 foi, de repente, confrontada com constantes telefonemas. Veio a descobrir que as suas fotos se mantinham intactas, só que acompanhadas de mensagens descontextualizadas de cariz sexual. Os textos terminavam com o seu número de telemóvel. A jovem vivia aterrorizada que os colegas da escola descobrissem esse falso perfil, tratado por alguém que desconhecia, mas que tinha acesso ao seu contacto pessoal. Um fórum pornográfico foi utilizado por um aluno para fazer comentários insultuosos a uma professora. A docente viu a terra fugir-lhe debaixo dos pés. Vivia com medo que os seus alunos e colegas de profissão deparassem com as informações totalmente deturpadas sobre si. Outra jovem vítima de cyberbullying: o ex-namorado que não aceitava o fim da relação mudou-lhe a password de acesso ao Hi5, modificou todo o perfil da página, deturpou a orientação sexual, fez montagens das fotos, colocou o número de telefone de casa, enviou mensagens difamatórias a todos os contactos do seu e-mail.


"Se só agora Portugal começa a despertar para as questões do bullying, em relação ao cyberbullying está mais atrasado", adianta Tito de Morais, fundador do projeto MiudosSegurosNa.Net que promove a utilização segura e responsável das tecnologias da informação e comunicação por crianças e jovens. "Não há muito a noção de que as acções e interacções que se verificam nos pátios e corredores das escolas estão também a configurar-se na Internet". Mas enquanto no mundo real é mais fácil identificar o agressor, no cyberbullying o caso muda de figura, o que dificulta todo o processo. "Quando colocamos uma fotografia na Internet, e em particular numa rede social, perdemos o controlo sobre essa fotografia. Qualquer pessoa pode fazer uma cópia", alerta.


Tito de Morais chama a atenção para um factor. "Muitas vezes, os pais têm dificuldade em diferenciar o que é uma brincadeira de mau gosto ou agressão do que é um comportamento de bullying. E há um elemento que pode ajudar: o bullying caracteriza-se por uma acção repetitiva". Na Internet, esta realidade tem um aspecto particular. Desde que uma imagem ou mensagem seja visionada por terceiros, o factor repetição é imediatamente assumido. "E a criança é vítima de troça, de humilhações, porque há outras crianças que viram." Para o especialista, os pais precisam de estar de olhos bem abertos para que "compreendam a utilização que os filhos fazem da Internet". "Normalmente, as crianças são vistas como vítimas e não como agressores, mas é importante ter a noção de que podem assumir estes dois papéis." Seja como for, as vítimas de cyberbullying "sofrem em silêncio". "Aconteça o que acontecer em resultado da utilização da Internet, os pais têm de deixar claro aos filhos que sempre que haja situações que os incomodem e que os deixem desconfortáveis, devem ir ter com eles". Este ambiente de confiança é fundamental.


A psicóloga Sílvia João, que estuda a área dos media e a relação das crianças com a imagem, salienta que o cyberbullying mexe com o sentimento de segurança e os níveis de ansiedade quando objectos pessoais, como o telemóvel ou o computador, são utilizados para ameaçar ou intimidar. Esta sensação de não controlo dos meios com que se lida diariamente pode ter sérias repercussões psicológicas e emocionais. "Há intrusão e violência interna do espaço íntimo", sublinha. Na sua opinião, o perigo surge quando não se desabafa com os pais e educadores, "quando o adolescente não consegue pedir ajuda". "São vítimas e não querem dizer aos pais" em idades em que estão "a aprender o que é a sua intimidade, em termos de sexualidade, ideologias, valores". E há aqui uma dualidade entre a "vontade de se afirmar e a culpabilidade". "É vítima mas pode não conseguir entender que tem de pedir ajuda."


"É um fenómeno sem rosto". E, por isso, torna-se complicado ir à origem, chegar ao agressor. Sílvia João defende que os adolescentes devem estar informados sobre o cyberbullying. "É necessário explicar-lhes o que é ser vítima de um fenómeno desta natureza." Em seu entender, devem ser feitas acções de prevenção e sensibilização "aproveitando o contexto de instituições formais" como, por exemplo, as escolas. E há ainda a intervenção, os pedidos de ajuda que podem ser feitos a vários especialistas da área da Psicologia, da Saúde Mental e das Ciências da Educação, entre outras. A psicóloga destaca ainda alguns cuidados que têm o seu significado. "Até aos seis anos, é importante proteger as crianças do contacto com as imagens da televisão e da Internet porque ainda não têm a noção da diferença entre a ficção e a realidade. Não têm o filtro para perceberem o que é perigoso e o que não é, o que a afecta e não afecta." Mais tarde, na adolescência, há a ânsia de procurar o fruto proibido. "Os adolescente começam a procurar o que não podiam ver." E fazem-no às escondidas dos mais velhos.


Medo do ridículo, de represálias


A psicóloga Margarida Gaspar de Matos garante que o assunto necessita de "muita atenção e estudo". "Os adolescentes, contrariamente à imagem por vezes divulgada, são comunicativos. Têm é muitas vezes dificuldade em falar com pessoas do seu universo relacional `real', em parte porque os adultos ouvem pouco e aconselham de mais, em parte porque há assuntos sensíveis que todos nós temos dificuldade em dizer a nós próprios, quanto mais aos outros", sublinha a docente da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa. "Assim, a net aparece como o terapeuta ou amigo sempre aceitante, sempre presente, sempre disponível, enfim o amigo ideal, o amigo quase impossível, ou pelos menos improvável." Só que há factores que potenciam o cyberbullying. "Por trás deste anonimato, que permite a cada um forjar a imagem que quiser, é fácil alguém passar pelo amigo e confidente e desaparecer, passar por amigo e confidente e usar informações ou imagens privadas para perseguir, passar por amigo e confidente e depois ameaçar, ou até passar directamente para a ameaça sem a fase da vinculação", refere. E acrescenta: "Os adolescentes vinculam-se e depois ficam num processo de luto ou de medo e sozinhos porque não sabem com quem falar. Por medo de represálias, por medo de serem repreendidos, por medo do ridículo." E há consequências. "O mau-estar pessoal e social associado a este fenómeno é considerável, chegando mesmo a ocasionar problemas de saúde física e mental e em casos extremos violência chegando ao suicídio", aponta.


A psicóloga adianta que o fenómeno do bullying em meio escolar tem vindo a diminuir desde 2002. "Penso que pela atenção que se tem dado ao assunto e pelas novas medidas em meio escolar." "O cyberbullying aparece como um sinal dos tempos. Cada vez mais os jovens e os menos jovens passam horas ao computador na conversa e a jogar ao faz-de-conta. E este facto tem já contornos de grande mudança no âmbito das relações interpessoais e práticas de lazer." A técnica analisa a mudança. "Este facto em si não é negativo e permite até o desenvolvimento de laços sociais em pessoas isoladas por motivos pessoais ou geográficos, por exemplo. O problema é quando a ligação à Internet se torna uma dependência que limita e estreita o âmbito da vida das pessoas ou quando no novo mundo social virtual alguns, menos atentos ou mais vulneráveis, se tornam vítimas incautas de processos persecutórios que agora nos aparecem no âmbito do cyberbullying", realça. Margarida Matos considera que é necessário dar atenção a esta nova realidade. "O fenómeno ainda não está muito bem estudado na sua dinâmica e amplitude. E o que é grave é que quem está mais em risco de ser seriamente afectado acumula em geral este risco com outros factores de risco potencial: menor ligação à escola, menor ligação à família, grupo de pares mais consentâneo com estas práticas", refere.


Relação alunos e professores


O estudo "Violência na escola: vítimas, provocadores e outros", realizado em Setembro de 2001, que analisou o comportamento dos jovens em idade escolar para compreender os estilos de vida e hábitos ligados à saúde e ao risco, deixou algumas pistas. "Da totalidade dos jovens, 25,7% (1751) revelaram estar envolvidos em comportamentos de violência na escola, ou como vítimas (alvos de provocação), ou como provocadores (agentes da provocação) ou duplamente envolvidos (simultaneamente vítimas e provocadores), mais do que duas vezes no período lectivo", concluem Margarida Gaspar de Matos e Susana Fonseca Carvalhosa, as autoras da investigação feita no âmbito do Projecto Aventura Social e Saúde. A pesquisa foi feita junto de 6903 jovens do 6.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade de escolas de todo o país, através de um questionário. Os dados revelam que "os rapazes envolvem-se mais em actos de violência na escola, quer como provocadores, quer como vítimas, quer com duplo envolvimento. Este envolvimento em actos de violência parece ter um pico aos 13 anos, embora os mais novos (11 anos) se envolvam mais, enquanto vítimas". As autoras concluem ainda que "os jovens que se envolvem em actos de violência referem mais frequentemente ver televisão quatro ou mais horas por dia".


O mesmo estudo analisa, por outro lado, a provocação e a relação dos alunos com os professores. Os jovens que consideravam que os professores não os encorajavam a expressar os seus pontos de vista estavam frequentemente mais envolvidos em comportamentos de provocação. Os que referiam que os docentes não os tratavam com justiça estavam mais envolvidos em comportamentos de provocação, como vítimas e provocadores. Os que responderam que os professores não os ajudavam quando era preciso, e que não se interessavam por eles como pessoas, envolviam-se mais como vítimas e provocadores e simultaneamente nos dois papéis.


Campanhas para entender sinais


A Associação Nacional de Professores (ANP) prepara-se para lançar uma linha de apoio a casos de bullying, onde se integrará o cyberbullying. João Grancho, presidente da ANP, adianta que neste momento estão a ser trabalhados protocolos de colaboração com entidades nacionais e internacionais para que esse número entre em funcionamento até ao final deste mês. O responsável revela ainda que esta ajuda pretende actuar a três níveis ao envolver professores, pais e alunos. "Este fenómeno deve ser visto de uma forma integrada e articulada", defende Grancho. Entretanto, a Associação de Mulheres Contra a Violência iniciou no mês passado a campanha "Stop Bullying" em vários suportes mediáticos, lançando também uma linha de apoio através do 21 3802162. Paralelamente, está a ser distribuído material que aborda o tema do bullying direccionado para as escolas e pais. Os panfletos destacam alguns sinais do bullying, procedimentos de intervenção, mitos e realidades. Esses desdobráveis salientam que uma vítima de bullying pode não ter vontade de ir para a escola, isolar-se, começar a gaguejar, mostrar angústia, deixar de comer, tornar-se agressiva, ter pesadelos.


No mês passado, o Governo lançou o Projecto Dadus que pretende sensibilizar os alunos do 2.º e 3.º ciclos para os problemas relativos à protecção de dados e à privacidade na utilização das novas tecnologias. Chamar a atenção para o uso consciente das novas ferramentas digitais e desenvolver a consciência cívica dos jovens são também objectivos desta iniciativa.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A evolução (2ª parte)

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Então fez-se a luz...

A evolução (1ª parte)

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Antes tudo erá só trevas,(...)